Aprovados na Fuvest dão a dica: mantenha a rotina e faça provas anteriores

Lucas Rodrigues

Do UOL, em São Paulo

Candidatos aprovados na edição 2016 da Fuvest são unânimes: não existe segredo de estudo que funcione se o aluno não estudar para valer. "Vale a pena estudar. É uma sensação muito boa", afirma Eduardo Furlanetto, 17, aprovado em engenharia civil.

"Eu pegava as provas do ano passado e ficava fazendo exercícios. O que eu tinha dificuldade, tentava rever. Fora as seis horas do colégio, estudava sozinho mais quatro horas", conta o estudante que estava no terceiro ano do ensino médio e já havia sido aprovado como treineiro na Fuvest 2015.

Anna Carolina Scognamiglio, 18, aprovada em relações públicas, estudava de manhã no cursinho, chegava em casa, almoçava e voltava aos estudos. "Estudava até à noite. Sábado e domingo acordava umas 5h da manhã para estudar. Passava o dia todo", lembra.

Para ela, o estudante que quer ser aprovado num grande vestibular como a Fuvest precisa ter dedicação e uma rotina de estudos muito bem elaborada. "A pessoa precisa ver o que ela precisa. Ela precisa estudar quantas horas por dia? Ela tem mais dificuldade ou prestando atenção na aula é o suficiente?", avalia.

Uma tática que Anna utilizou foi fazer provas anteriores e simulados. "Isso me ajudou bastante, porque dá para ver em que matéria eu estava indo bem e em qual eu tinha mais dificuldade", diz. "Tem que ter muita dedicação e foco."

Gabriela Biscotto, 18, aprovada em direito, concorda. "Depende muito da pessoa. Eu arrumei um cronograma de estudos, do meu jeito. Analisei o que eu conseguia fazer ou não. E estudei muito", diz. "Você tem que entender a matéria e não só ler o livro."

A estudante, entretanto, não abriu mão de uma paixão: a dança. "Não deixei de dançar. Faço aulas todos os dias. Mas, sim, estudei no natal e no ano-novo. Deixei de ir a compromissos da família. Preferi passar na SanFran."

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