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Uma proteína ou um polissacarídeo que não são produzidos por um indivíduo e que penetrem em seu organismo por via parental (não digestiva), mesmo que não o prejudiquem, são reconhecidos como antígenos que irão produzir uma proteína capaz de inativar e/ ou destruir o invasor (anticorpo).

Os linfócitos, tipo de glóbulo branco, e os plasmócitos, defesa presente no tecido conjuntivo, produzem os anticorpos que irão combater os antígenos.

Ao reconhecer o antígeno e produzir os anticorpos, o organismo constrói uma memória imunológica em forma de "células de memória", que reconhecerão e coordenarão a produção de anticorpos específicos contra os antígenos específicos. O organismo guarda em sua memória imunológica a maneira de prevenir a reinvasão pelo mesmo agente patogênico. O mecanismo pode ser classificado como imunização ativa quando o organismo produz os próprios anticorpos. É um processo lento, mas duradouro, que, às vezes, pode durar a vida toda.

A imunização ativa natural ocorre quando o indivíduo entra em contato com o agente patogênico natural, adquirindo a doença. Pode-se introduzir o agente patogênico atenuado ou mesmo o antígeno desse agente em processo denominado vacinação, a imunização ativa artificial.

Na imunização passiva, o indivíduo recebe anticorpos ativos produzidos por outro organismo, sendo esta imunização rápida, porém passageira, porque não produz a memória imunológica.

A mulher grávida produz todos os anticorpos aos quais tenha sido sensibilizada e os passa para a criança pela placenta. A amamentação também fornece à criança esses anticorpos. Nesses casos, a imunização é passiva natural.

Os anticorpos também podem ser aplicados por soroterapia. Os soros são constituídos por plasma e anticorpos produzidos por outro indivíduo, às vezes até de outra espécie. É o que se conhece por imunização passiva artificial.

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