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08/02/2012

Veteranos recepcionam calouros da Unesp em Bauru com tinta

Trote universitário

Acompanhe as comemorações dos aprovados e a recepção dos calouros em faculdades e universidades de todo o país

  • Imagem: Alex Almeida/UOL
Informações sobre o álbums
  • editoria:Geral
  • galeria: Veteranos recepcionam calouros da Unesp em Bauru com tinta
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    • Trote Universitário [46402]; aprovados [50444]; Vestibular [29381];
Fotos
Jorge Salhani, de 17 anos, foi o primeiro calouro de jornalismo a fazer a matrícula. Acompanhado dos pais, ele não se intimidou com o trote proposto pelos veteranos e até dançou sua música preferida na frente de todos: "Ai, se eu te pego", de Michel Teló. Além da pintura, os veteranos não economizaram nos gritos e até fizeram o garoto "chocar um ovo". "Achei os caras até simpáticos, como fui o primeiro, acho que eles ainda não estavam preparados", diz Felipe Ohno/UOL Mais
Jorge Salhani, de 17 anos, foi o primeiro calouro de jornalismo a fazer a matrícula. Acompanhado dos pais, ele não se intimidou com o trote proposto pelos veteranos e até dançou sua música preferida na frente de todos: "Ai, se eu te pego", de Michel Teló. Além da pintura, os veteranos não economizaram nos gritos e até fizeram o garoto "chocar um ovo". "Achei os caras até simpáticos, como fui o primeiro, acho que eles ainda não estavam preparados", diz Felipe Ohno/UOL Mais
Jorge Salhani, de 17 anos, foi o primeiro calouro de jornalismo a fazer a matrícula. Acompanhado dos pais, ele não se intimidou com o trote proposto pelos veteranos e até dançou sua música preferida na frente de todos: "Ai, se eu te pego", de Michel Teló. Além da pintura, os veteranos não economizaram nos gritos e até fizeram o garoto "chocar um ovo". "Achei os caras até simpáticos, como fui o primeiro, acho que eles ainda não estavam preparados", diz Felipe Ohno/UOL Mais
Bruna Rye, 19, não estava muito confortável com o trote. "Sou muito tímida e, por isso, não gosto dessa exposição toda. Tenho medo do trote e estou pensando até em não vir nos primeiros dias de aula. Mas já me alertaram que vai ser pior se eu faltar, então estarei aqui?, conta a nova estudante de design. Apesar da relutância da filha, o pai Mario Mitsuo insistiu para que ela se entregasse à brincadeira Felipe Ohno/UOL Mais
Bruna Rye, 19, não estava muito confortável com o trote. "Sou muito tímida e, por isso, não gosto dessa exposição toda. Tenho medo do trote e estou pensando até em não vir nos primeiros dias de aula. Mas já me alertaram que vai ser pior se eu faltar, então estarei aqui?, conta a nova estudante de design. Apesar da relutância da filha, o pai Mario Mitsuo insistiu para que ela se entregasse à brincadeira Felipe Ohno/UOL Mais
Bruna Rye, 19, não estava muito confortável com o trote. "Sou muito tímida e, por isso, não gosto dessa exposição toda. Tenho medo do trote e estou pensando até em não vir nos primeiros dias de aula. Mas já me alertaram que vai ser pior se eu faltar, então estarei aqui?, conta a nova estudante de design. Apesar da relutância da filha, o pai Mario Mitsuo insistiu para que ela se entregasse à brincadeira Felipe Ohno/UOL Mais
Apesar de clima de comemoração, a mãe de Lya Beatriz, 18, parecia não estar gostando nada da gritaria. Os veteranos da "bixete" de relações públicas tiveram que conversar bastante para que a mãe permitisse que a filha fosse pintada. "Fico com receio por conta das histórias que a gente ouve por aí. Além disso, temos que procurar, ainda hoje, um lugar para ela ficar", conta a mãe, que estava com receio de a tinta não sair Felipe Ohno/UOL Mais
Apesar de clima de comemoração, a mãe de Lya Beatriz, 18, parecia não estar gostando nada da gritaria. Os veteranos da "bixete" de relações públicas tiveram que conversar bastante para que a mãe permitisse que a filha fosse pintada. "Fico com receio por conta das histórias que a gente ouve por aí. Além disso, temos que procurar, ainda hoje, um lugar para ela ficar", conta a mãe, que estava com receio de a tinta não sair Felipe Ohno/UOL Mais
Marina Machuca, de 17 anos, também foi acompanhada dos pais. A caloura de jornalismo disse que o trote foi tranquilo, já que os seus veteranos estavam despreparados. A mãe, dona Solange Machuca, não estava muito feliz com o desperdício: ?Tenho um filho com Síndrome de Down e faço parte de uma associação que depende de doações, por isso está me cortando o coração ver toda esta farinha jogada pelo chão. Gostaria de ver algo mais solidário? Felipe Ohno/UOL Mais
Marina Machuca, de 17 anos, também foi acompanhada dos pais. A caloura de jornalismo disse que o trote foi tranquilo, já que os seus veteranos estavam despreparados. A mãe, dona Solange Machuca, não estava muito feliz com o desperdício: ?Tenho um filho com Síndrome de Down e faço parte de uma associação que depende de doações, por isso está me cortando o coração ver toda esta farinha jogada pelo chão. Gostaria de ver algo mais solidário? Felipe Ohno/UOL Mais
Marina Machuca, de 17 anos, também foi acompanhada dos pais. A caloura de jornalismo disse que o trote foi tranquilo, já que os seus veteranos estavam despreparados. A mãe, dona Solange Machuca, não estava muito feliz com o desperdício: ?Tenho um filho com Síndrome de Down e faço parte de uma associação que depende de doações, por isso está me cortando o coração ver toda esta farinha jogada pelo chão. Gostaria de ver algo mais solidário? Felipe Ohno/UOL Mais
Mas não foi só tinta e gritaria que os alunos encontraram nesta manhã na UNESP de Bauru. A ABU (Aliança Bíblica Universitária), um grupo cristão da universidade, estava distribuindo um kit com squeeze, ecobag e muitos informativos para ajudar os calouros. "Nossa intenção é divulgar o nosso trabalho dentro do campus e acalmar os pais, mostrando que nem tudo é baderna aqui dentro", diz Josi Gotardo, integrante da aliança Felipe Ohno/UOL Mais
Mas não foi só tinta e gritaria que os alunos encontraram nesta manhã na UNESP de Bauru. A ABU (Aliança Bíblica Universitária), um grupo cristão da universidade, estava distribuindo um kit com squeeze, ecobag e muitos informativos para ajudar os calouros. "Nossa intenção é divulgar o nosso trabalho dentro do campus e acalmar os pais, mostrando que nem tudo é baderna aqui dentro", diz Josi Gotardo, integrante da aliança Felipe Ohno/UOL Mais
Os veteranos João Paulo Marinelli (18) e Rebeka Miquelutti (18) criaram uma comissão para recepcionar os calouros. "Somos a favor dos trotes amigáveis para as pessoas se divertirem. Criamos o Projeto Adote, que tem como função acolher os 'bixos' nas nossas repúblicas até que eles achem pessoas para dividir uma casa. Assim, eles têm tempo de se conhecer e montar uma república por afinidade", explicam Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Marina Machuca, de 17 anos, também foi acompanhada dos pais. A caloura de jornalismo disse que o trote foi tranquilo, já que os seus veteranos estavam despreparados. A mãe, dona Solange Machuca, não estava muito feliz com o desperdício: ?Tenho um filho com Síndrome de Down e faço parte de uma associação que depende de doações, por isso está me cortando o coração ver toda esta farinha jogada pelo chão. Gostaria de ver algo mais solidário? Felipe Ohno/UOL Mais
Calouros e veteranos posam para foto Felipe Ohno/UOL Mais
Marina Machuca, de 17 anos, também foi acompanhada dos pais. A caloura de jornalismo disse que o trote foi tranquilo, já que os seus veteranos estavam despreparados. A mãe, dona Solange Machuca, não estava muito feliz com o desperdício: ?Tenho um filho com Síndrome de Down e faço parte de uma associação que depende de doações, por isso está me cortando o coração ver toda esta farinha jogada pelo chão. Gostaria de ver algo mais solidário? Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais
Tinta, ovos e farinha fizeram parte do arsenal usado pelos veteranos do maior campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru (SP), para sujar os calouros na manhã no primeiro dia de matrícula, que vai até amanhã (9), das 9h às 18h Felipe Ohno/UOL Mais

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